O ataque ocorreu na Avenida Tucunaré, na Praia da Costa, em Canavieiras, no sábado (11).
Homem já identificado pela polícia morreu após se envolver em uma briga na Avenida Tucunaré, na Praia da Costa, em Canavieiras, no sábado (11). O outro homem envolvido, também identificado, foi socorrido pela Guarda Civil Municipal (GCM) e conduzido à delegacia.
Segundo informações obtidas pela reportagem, o agressor apresentava problemas de saúde mental. No entanto, ainda não há confirmação se ele fazia uso regular de medicação ou se estava sem tratamento no momento da ocorrência.
Ainda de acordo com informações preliminares, esse mesmo homem teria atacadoum outro, que atua como Salva-vidas em Canavieiras, com uma faca. Segundo os relatos, o salva-vidas entrou em luta corporal com o agressor para se defender. Ele conseguiu desarmá-lo e, durante o confronto, atingiu o agressor com um golpe de faca no pescoço.
O agressor chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Municipal Régis Pacheco (HMRP), mas não resistiu aos ferimentos e morreu após dar entrada na unidade.
Já o salva-vidas também recebeu atendimento médico, pois havia sido cortado pelo homem. Ele acabou permanecendo sob custódia policial. Após ser liberado, foi conduzido ao plantão da Delegacia Territorial de Ilhéus, onde a ocorrência foi registrada e o caso será investigado pela Polícia Civil.
As circunstâncias do confronto, bem como a eventual configuração de legítima defesa, também serão apuradas durante a investigação.
O caso levanta questionamentos sobre as denúncias de falta de medicamentos destinados a pacientes atendidos pelo Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) de Canavieiras. Nos últimos meses, a Rádio Costa Sul FM tem recebido diversas reclamações de familiares e pacientes sobre a ausência de medicamentos na unidade, em uma situação que já foi tema de reportagens e de debates nos programas jornalísticos da emissora.
Até o momento, não se sabe se a falta de medicamentos tem relação direta com o ataque praticado por esse homem em surto, mas as circunstâncias serão agora investigadas pela Polícia Civil.
Da Redação CSFM












