Suzarte Nascimento Silva, de 14 anos, em junho do ano passado, a família da jovem levantou denúncias contra o Colégio Status, localizado no bairro Cidade Nova, em Ilhéus, no Litoral Sul da Bahia.
Os pais da menina alegam que ela teria sofrido episódios de humilhação, intimidação e pressão psicológica dentro da escola. Um inquérito policial apura as circunstâncias do óbito da estudante do 9º ano, após ela atentar contra a própria vida.
A diretora, a coordenadora e a psicóloga do Colégio Status, em Ilhéus, foram indiciadas por induzimento, instigação ou auxílio a suicídio ou a mutilação - lesão corporal de natureza gravíssima, no inquérito que apura a morte da adolescente de 14 anos, Maria Eduarda Suzarte Nascimento Silva.
A estudante do 9º ano veio a óbito, em junho do ano passado, após atentar contra a própria vida. Desde então, a família vem denunciado episódios de humilhação, intimidação e pressão psicológica dentro da escola.
A Polícia Civil determinou que "há indícios suficientes de autoria e prova de materialidade para o indiciamento" da diretora do colégio, Gildelina Reis Nascimento, da coordenadora, Deborah Tavares Santos, e da psicóloga da instituição Silvania dos Santos Nascimento. Além disso, Gildelina também foi indiciada por injúria; discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional - racismo.

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